gototopgototop
  1. Skip to Menu
  2. Skip to Content
  3. Skip to Footer>

Logo ArmAPoint

Táticas de Combate - Táticas de Snipers

PDF Imprimir E-mail
Atuar como sniper em um jogo de computador é relativamente fácil, mas a vida real é outra história. Usar um fuzil com luneta não é o suficiente para transformar um bom atirador em um sniper. Os snipers tem que ter outras habilidades e qualidades. No mínimo saber escolher bem o alvo e quando atirar. Um soldado comum se preocupa em obedecer ordens, reagir as circunstâncias e voltar vivo para casa.

A palavra sniper vem do pássaro snipe que era muito difícil de caçar e passou a ser dados aos caçadores habilidosos.Foram os alemães que começaram a chamar seus atiradores como snipers. No Exército Brasileiro é chamado de caçador. Aqui será chamado sniper. A história dos snipers começara na guerra de independência americana quando milicianos locais conseguiam acertas formações inglesas a distância. Os alvos preferidos eram os oficiais que tinham uniformes bem diferenciados dos soldados.

Alguns batalhões ingleses chegaram a perder todos os oficiais. Antes desta época as armas eram muito imprecisas para que o sniper fosse viabilizado. Fuzis com projeteis encapsulados permitiram aumentar a precisão e distancia de tiro. Acoplados a lunetas permitiram que as técnicas e táticas dos snipers se desenvolvessem. A função dos snipers não é só bater alvos inimigos. Uma missão típica geralmente é penetrar as linhas inimigas, matar oficiais, artilheiros ou metralhadores, ou atrasar avanço inimigo em uma retirada de tropas, sendo um meio para conseguir superioridade de fogo.

A identificação de alvos é crucial com o sniper tendo que distinguir oficiais, mensageiros, operadores de radio, operador de armas pesada e tripulantes. Os snipers inimigos são os mais importantes e os soldados comuns estãono fim da lista de prioridade. Como arma sua função é diminuir a moral inimiga, criar confusão e atrasos.

Encontrando o oficial inimigo.

A sua missão principal é a coleta informações, inteligência, observação e reconhecimento do campo batalha e atuar como observador avançado de artilharia. O sniper pode acompanhar um batalhão de infantaria ao ser chamado durante contato no avanço e até lutar como infante comum.
O sniper é considerado uma arma barata que precisa de pouco apoio e manutenção. Um exemplo da economia de força é poder deter um avanço inimigo com força inferior.

Operar numa área em que haja atiradores de elite significa ter de pensar cuidadosamente antes de fazer qualquer movimento o que reduz a velocidade dos deslocamentos. Equipes de snipers finlandesas chegaram a caçar companias russas inteiras durante dias na Segunda Guerra Mundial e usavam fuzil sem luneta. O custo em munição é baixo, mas difícil é calcular os custos do efeito moral e psicológico no inimigo. Os snipers costumam gastar um ou dois tiros por alvo e ainda podem dar um tiro de misericórdia em alguns alvos. O lema de "one shot, one kill" é mais para marketing.

A tática de apoio de retirada iniciou com os alemães na Segunda Guerra Mundial quando usavam 4-6 snipers para cobrir a retirada de uma compania ou batalhão. Uma metralhadora seria detectada imediatamente enquanto os tiros a longa distância dos snipers não e o inimigo passaria a atuar com cautela para caçar os snipers.


Técnicas

Os sniper tem mais chances de morrer e raramente sobrevivem a captura. Para isso tem que investir pesado em camuflagem, táticas e posicionamento. Por isso não é qualquer um que pode se tornar um snipers.

A seleção inclui as capacidades físicas, mentais e psicológicas. A habilidade de atirar em alvo fixo conta menos. Os snipers são melhores para caçar e matar e não tão bons em tiro. O sniper deve ser paciente e ter controle emocional para operar isolado e sob tensão. Deve ter instinto e iniciativa. Os testes de seleção são bem exigentes.

O sniper tem que ser inteligente para desenvolver habilidades de zerar arma, estimar distancia e vento, ter conhecimentos de balística, munição, ajustar óticos, ler mapa, fazer patrulhar, usar cobertura e camuflagem, escolher posição de tiro e rota de fuga.

O sniper seve saber operar rádios, chamar artilharia, fazer navegação e identificar armas e uniformes inimigos. O condicionamento físico é importante pois dorme pouco e ingere pouca água e alimentos, além de ter bons reflexos. A visão deve ser 20/20. Um sniper não deve fumar pois a fumaça revela a posição e o nervosismo na hora da pontaria atrapalha o tiro.

A habilidade de tiro está relacionada com os alvos cujo alcance, tamanho, localização e visibilidade não podem ser engajados por um atirador comum.Os snipers reais treinam muito as técnicas de camuflagem pois deve atirar sem ser notado. Depende dela para sobreviver. A técnica de camuflagem principal é crias vestimentas chamadas de "Gillie Suit" que são colocadas em cima do uniforme.

O uniforme de baixo tem que ser de infante normal para não ser descoberto. Os snipers são mortos na hora se capturados. Os snipers podem usar qualquer uniforme e não são obrigados a fazer tarefas diárias como outros soldados além de poderem ir onde quiserem. O tratamento diferenciado os torna mal vistos pelas outras tropas.

Os Gillie Suit são quentes e desconfortáveis e devem ser fáceis de tirar. São usados para se fundir com a vegetação ou terreno.

Um Gillie Suit de um sniper do OFP.

As técnicas de progressão no terreno são importantes pois o sniper deve chegar ao local do alvo e mudar de posição. Os afegãos cancelaram a superioridade numérica e qualitativa russa com conhecimento do terreno. Era onde caçavam e viviam. Contra os EUA não foi possível pois estavam atuando junto com outros afegãos e a superioridade técnica era muito acima da russa.Os snipers devem entrar em posição sem ser detectado, movendo-se com paciência, devagar e sem fazer barulho.

O olho humano sempre é atraído pelo movimento. Por exemplo, em uma missão no Vietnã, o sniper dos USMC Carlos Hathcock cobriu 2km de terreno com grama em quatro dias sem se alimentar e beber água direito. A área estava coberta de patrulhas e foi até pisado na perna por um vietcong. Abateu um general vietcong a 800m e teve que fugir dos vietcongs que os procuravam.

Os conceitos de escolha de posição são relativamente simples. Não se deve escolher locais óbvios e já planejar a rota de fuga antecipadamente. Torres e andares de prédios mais altos são exemplos de locais óbvios. São os primeiro alvos do inimigo. O inimigo pode chamar artilharia e armas pesadas contra locais suspeitos. Partes altas dos prédios são as primeiras a serem atingidas por artilharia e a infantaria também não usa pelo mesmo motivo. As posições são as menos esperadas. Os snipers inimigos saberiam onde procurar facilmente.

Uma casa qualquer com telhado destruído é mais segura. Usando uma casa sozinha o sniper pode ser descoberto e cercado. Uma posição camuflada próxima dá menos problemas. Veículos danificados são bons para esconder mas tem que mudar de posição frequentemente.
Plantações são bons locais pois não tem características especificas para o inimigo observar e são bons para mudar de posição.
Em cima da arvore é o pior lugar pois geralmente são pegos. Os japoneses na guerra do Pacífico escondiam nas arvores e a maioria morria, mas mesmo assim causavam muitas baixas nos EUA. As matas usadas como cercas são boas para facilitar a mudança de posição rapidamente.

Os cruzamentos devem ser evitados e são alvos de artilharia por serem pontos de cruzamento de veículos sendo frequentemente bombardeados só por isso. São fáceis de localizar no mapa e o inimigo pode atirar a esmo tentando destruir o tráfego que deve estar passando e até engarrafado no local. Uma posição próxima pode ser ideal. As tropas tendem a parar nestes pontos e esperar ordens. Próximo a pontes é bom para causar baixas e atrasar o avanço inimigo.

No OFP é possível conhecer o bem terreno após jogar várias missões em um mapa. O jogador acaba sabendo se localizar facilmente e como usar terreno para obter vantagem. Os novatos são como um invasor que gastam um bom tempo se localizando e se perdem facilmente.

O sniper deve ser bom para observação e orientação com a capacidade de ler mapas e fotografias aéreas. Os snipers devem saber coletar informações em quantidade e qualidade. Já na Primeira Guerra Mundial os snipers se tornaram os ouvidos do quartel general.

Na observação das tropas inimigas o mais importante é saber quem é o oficial. Na Segunda Guerra Mundial os snipers alemães reconheciam os oficiais britânicos pelo bigode que só eles usavam. Os oficiais americanos e britânicos usavam o mesmo uniforme das tropas comuns e passaram a ter aparecia e comportamento de recrutas. Escondiam mapas, binóculos, divisas e armas diferenciadas como as pistolas.

Na Guerra da Coréia os oficiais eram abatidos por usarem óculos ray-ban. As tropas americanas modernas podem ser identificados por detalhes como o designador laser na arma. Não usam metralhadoras e nem carregam lança-rojões. Sem detalhes para diferenciar, o sniper deve ser capaz de notar quem está dando ordens.

Um snipers francês na Bósnia anota as posições e rotas inimigas em uma foto panorâmica acima da arma.

A experiência mostra que é melhor atuarem aos pares em uma equipe de sniper e observador tendo maior capacidade de sobrevivência e eficiência. Enquanto um busca e observa o outro descansa. O observador (ou spotter) usa arma mais leve e granadas. Também tem a missão de evitar times anti-sniper inimigos e observar e corrigir o tiro do sniper. No USMC são chamados de equipe Scout-Snipers.




Uma dupla de scout-sniper no OFP. Na prática esta imagem raramente é vista.


  Uma dupla de scout-sniper alemães no Afeganistão.

Em posição fixa as duplas de snipers fazem vigilância e reconhecimento em turnos de 20 minutos. Os sniper móveis são mais agressivos e cobrem uma área maior. Agem atrás da retaguarda inimiga, atacando alvos móveis e suas linhas de suprimento.Os snipers podem operar como parte de uma patrulha, dirigindo artilharia e para se proteger. Isto anula a desvantagem de operar sozinho ou aos pares estando sempre superado em número. Os snipers podem usar um grupo de combate para apoiar sua retirada.

Os russos usavam times de dupla de snipers na Chechênia sem sucesso. Passaram a usar equipes de dois snipers e cinco fuzileiros de segurança. Os snipers entrava em posição a noite. Ficavam separados 200-300m entre si na área de emboscada enquanto a equipe de apoio ficava a cerca de 200m atrás e em uma das laterais. A vigilância e ou emboscada durava dois dias até retornarem a base.

Durante o tiro o sniper deve conhecer as técnicas de controle gatilho, alinhar com o alvo e fazer controle da respiração, avaliar distância, ventos, elevação e luminosidade. Deve saber engajar alvos móveis e usar lunetas. O sniper não usa só seu fuzil. Pode chamar apoio de fogo e as vezes até engaja com armas automáticas e explosivos em emboscadas.
No inicio os snipers usavam armas da infantaria que tinham desempenho acima da média além de munição especial.

Depois passaram a receber armas dedicadas com óticos, equipamento de visão noturna, rádios e roupas de proteção. Contra snipers usam flares para iluminar a posição inimiga.As armas podem ser do tipo ferrolho ou semi-automáticas. A diferença está no volume de fogo e na precisão. As armas semi-automáticas são menos precisas mas atiram mais rápido. Também dão mais defeitos e são mais pesadas.

O peso deve ser de no mínimo 5kg para diminuir o recuo e dar mais estabilidade. Os snipers usam cartuchos especiais com alcance maior. Nas cidades o fuzil pode ter curto alcance. Com munição subsônica é possível usar silenciadores que também escondem a fumaça e o brilho do disparo. Um exemplo é a VVS russa. Os americanos tiveram boas experiências com as SR-21 no Iraque.

Em campo aberto como o deserto o fuzil tem que ser bem potente como a Barret M-82 e deve ser capaz de atingir até veículos onde é bem comum. As tropas evitam andar a pé no deserto. Uma força de reconhecimento do USMC equipada com o M-82 que operava no Iraque em 1991, conseguiu parar um blindado YW531 a 1.100 metros com munição perfurante/incendiária com dois disparos. Outros dois blindados se renderam.

No Vietnã, 85% dos snipers do USMC preferiram o fuzil M-14 ao invés do M-40 com ferrolho. As distâncias na selva eram pequenas e a M-14 tinha opção de tiro automático para o caso de contatos próximos ou emboscadas. Também era útil em terreno urbano. Inicialmente operavam acompanhando patrulha e depois foram liberados para caçar e mostraram ser a forma mais efetiva. Os snipers do USMC no Vietnã detectavam os vietcongues
pela ejeção dos cartucho das AK-47 que brilhavas com o sol.

O alcance das armas foi aumentado progressivamente. Na Primeira Guerra Mundial os alvos eram batidos a cerca de 200m, aumentando para 400-600m na Segunda Guerra Mundial e chegando a até 900m no Vietnã. No Vietnã os americanos chegaram a equipar as metralhadoras M-2 com lunetas para tiro a longa distância a 1500-2000m. Agora usam armas .50 dedicadas como a Barret M-82.

O problema da distância é calcular o vento. Com vento forte é difícil acertar um alvo a mais de 200m. No deserto o sniper precisa identificar alvos a 1.500m o que só é possível com luneta com zoom mínimo de 10 vezes e o calor distorce as imagens além da presença de ventos fortes.

A luneta não faz o sniper atirar melhor, mas sim a ver melhor. A distância de engajamento típico é de 400 metros mais devido a necessidade de identificação do alvo. A 400m um homem em pé é menor que a massa de uma mira comum. As miras comuns ainda são efetivas até 500m. A principio os snipers nem precisam de lunetas e os óticos são usados mais para observar a distância.
Na Segunda Guerra Mundial o zoom das lunetas era de 3-4 vezes. Atualmente os americanos usam miras ACOG com zoom de quatro vezes em grande número.

Disparo contra alvos distantes é possível com fuzil comum e luneta com aumento de seis vezes. Os snipers geralmente usam armas dedicadas, mas tentar atirar a mais de 1km é considerado perda de tempo. Os snipers são capazes de disparar a longa distância, mas esperam o alvo aproximar para garantir o acerto. Por outro lado o disparo a longa distância não é visto nem ouvido.
A luneta do observador é usada para detectar alvos e avaliar o tiro. Os telescópios têm um grande zoom de cerca de 20 vezes, como o M-49, contra 7 vezes dos binóculos.

As miras telescópicas atuais são muito mais precisas, baratas e variam o zoom. Telêmetros laser determinam a distância com grande precisão sendo que já estão miniaturizados em binóculos e futuramente na mira. Com computador balístico será possível uma grande precisão com ventos fortes a longa distância.

O fuzil M-21 americano está equipado com a luneta ART II (Automatic Ranging Ttelescope) com ajuste automático de distância.
O sistema ocular foca no alvo com um mecanismo de elevação. Se focou no alvo está zerada na distância.O tiro a noite foi facilitado com os meios de visão noturna. O Starlight americano foi usado no Vietnã e pesada 2,2kg sendo limitado e frágil. Mesmo assim mostrou se bastante útil para observação e tiro. As câmeras térmicas têm alcance mais longo e detectam alvos escondidos.

Os projeteis atuais são quatro vezes mais precisos que os da Primeira Guerra Mundial. Um projétil de 5,56mm já pode atingir alvos a 1km o que nem era sonhado a 25 anos atrás. Estudos aerodinâmicos atuais levaram ao projeto de projeteis supersônicos compatíveis com silenciadores.Uma novidade mais recente é o uso de fuzis mais potente que também são usados contra equipamentos.

Os fuzis antimateriais têm calibre de pelo menos 12,7mm para atacar alvos como blindados leves, centros de comunicações, mísseis, centros de comando e aeronaves no solo. Um bem potente é o XM-109 que dispara granadas de 25mm de alta velocidade. Mesmo errando pode pelo menos ferir com a explosão próxima.




Um sniper australiano com um fuzil antimaterial de 12,7mm AW-50F.


Quando o inimigo está usando snipers a prioridade é mata-los. Neste caso a melhor arma são outros snipers. Enviar infantaria só aumenta as baixas. Para detecção os britânicos iniciaram o uso de telescópios potentes na Segunda Guerra Mundial e mostraram ser a melhor arma.
As equipes do SAS britânico que operaram no Aden na década de 1970 começaram a atacar snipers com o canhão sem recuo Carl Gustav de 84m. Pesando 16kg ele disparava uma granada de 2,6kg a até 1000m com precisão. Era efetivo contra alvos bem protegidos.

Os Russos usaram seus RPG no Afeganistão na mesma tarefa com sucesso. As equipes anti-snipers usam posições falsas e truques para o inimigo atirar e revelar sua posição. Uma tática simples das equipes anti-snipers é um atira a esmo e buscar cobertura enquanto outra equipe espera a resposta inimiga para detectar suas posições.




O CSR-84mm Carl Gustav é usado pelo Exército Brasileiro.



Snipers russos operando na Chechênia. Notem a escolta de fuzileiros.


Existem formas mais simples de snipers. Alguns exércitos escolhem os melhores atiradores que são distribuído ao nível de pelotão ou grupo de combate com armas equipadas com lunetas. No US Army são chamados de Designated Marksman (DMS).

Um DMS não tem todas as habilidades do snipers e apenas batem alvos mais distantes funcionando como apoio de fogo.Os russo sempre deram muita importância aos snipers. Um sniper é distribuído para cada pelotão como função semelhante ao DMS do US Army.

Acompanham a tropa ou patrulha e a maioria não é treinada como um sniper profissional. No EB alguns bons atiradores são escalados para o pelotão de operações especiais do batalhão (PELOPES) e recebem um fuzil FAL com luneta. O EB também tem curso especial para snipers. O EB está equipando seus caçadores com o fuzil de precisão AGLC. A FAB usa o PSG-1.


Os Snipers no OFP

Atuar como sniper no OFP é muito fácil. Geralmente são apenas atiradores. Até que não é um problema pois se fosse simular uma missão real seria muito chato. O OFP acaba só mostrando uma parte limitada da sua capacidade. As armas são muito potentes e estáveis para tiro longa distância. O jogador acaba indo vai direto a parte "sexy" que é mirar e acertar. Jogando cooperativo os snipers atuam mais para um DMS acompanhando o squad.

Um tipo de missão ideal para os AI seria espalha-los pela ilha em jogos tipo estratégia como o Conquer The Island (CTI). Os snipers funcionariam apenas como observadores informando os comandantes dos movimentos e posições inimigas. Suas únicas armas poderia ser chamar apoio externo ou se defender.

Um tipo de missão com snipers seria uma equipe de jogadores humanos sendo chamado para caçar um sniper humano em uma cidade. O squad pode ser só humano ou misto com AI para usar respawn. Com inimigo humano a tensão e incerteza seriam multiplicadas. Com sniper AI ele ficaria
sempre na mesma posição.

A tropa atacante deveria ter apoio de artilharia e cortina de fumaça. As armas disponíveis no briefing podem ser bem diversas com fuzis de snipers dedicados, armas com miras modernas como a ACOG, lança-granadas, LAWs, metralhadoras e bombas de fumaça. O sniper também deve ter acesso a várias opções como fuzis de ferrolho e automáticas, armas menos potentes como a AK-103 além de RPGs e granadas. Armas com silenciador como a VVS pode se mostrar uma arma mortal. O objetivo desta diversidade é tirar conclusões sobre quais as armas ideais para a missão além de testar táticas.

Na maioria das missões a tarefa mais difícil dos snipers seria distinguir quem são os jogadores humanos dos AIs. Isso se estiverem disponíveis. Geralmente se joga contra os AI e não faz muita diferença em distinguir que é o oficial, a não ser os Snipers e comandos como os Spetsnaz. Em operações conjuntas com blindados os alvos prioritários passam a ser os soltados ant-tanque inimigos (AT soldiers).

Os tripulantes de veículos na torre podem ser batidos a distancia sendo que o "gunner" faz o tanque ficar sem as armas.
Para treinamento real os snipers no OFP seriam ideais para treinar missões de observação com o aluno tomando contato com armas e equipamentos estrangeiros.
 

Por: G-LOC

Tutoriais - Táticas


Utilize Firefox

firefox_iePara melhor visualização deste site, recomendamos o uso do Mozilla Firefox 3.5+ ou Internet Explorer 7+ e resolução de 1024 x 768 ou superior.

 

 

Desenvolvido por snstro