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Operation Flashpoint: Dragon Rising

Operation Flashpoint 2
Dragon Rising


Logotipo

Caracteristicas
Título: Operation Flashpoint 2: Dragon Rising
Plataforma: PC DVD-ROM / XBoX 360 / PS3
Desenvolvimento: Codemasters
Genero: Tiro em Primeira Pessoa - FPS
Lançamento: 5 de outubro de 2009
Site Ofical: www.flashpointgame.com
Distribuição
Requesitos Minimos
  • CPU: Dual Core CPU 2 x 2.4 GHz
  • Mem. RAM: 1 GB
  • Placa de Vídeo: Shader 3.0 (GeForce 7900 GT / 256 MB VRAM ou superior), DirectX 9.0c
  • Placa de Som: Compativel com DirectX
  • SO: Windows XP SP2 ou superior
  • Espaço no HD: 8 GB
  • Leitor de dico DVD: Dual Layer DVD-ROM
Requesitos Recomendados
  • CPU: Quad Core CPU
  • Mem. RAM: 2 GB
  • Placa de Vídeo: Shader 3.0 (GeForce 8800 GT / 512 MB VRAM ou superior), DirectX 9.0c
  • Placa de Som: Compativel com DirectX
  • SO: Windows XP SP2 ou superior
  • Espaço no HD: 8 GB
  • Leitor de dico DVD: Dual Layer DVD-ROM

Sobre o Operation Flashpoint 2



Após anos de espera e um certo impasse entre a Codemasters e a Bohemia Interactive, finalmente um dos melhores jogos táticos de tiro recebe continuação, desde que despontou no mercado em 2001. Com jogabilidade realista e fazendo uso da Neon Engine — usada em Dirt, a Codemasters apresenta ao mercado um título com um arsenal invejável, mapas imensos e veículos variados, tudo alimentado por uma mecânica que prima pelo desempenho individual do soldado, mas que nem por isso deixa de lado a qualidade tática e estratégica que deram fama à série.

A história apresenta um conflito hipotético travado entre a Rússia e a China devido à descoberta de recursos minerais em um arquipélago na costa leste da Rússia. Após uma invasão forte da China — referido no título como a "Ascenção do Dragão", o jogador entra na história como integrante de um esquadrão enviado para o local pelos Estados Unidos. Com cerca de 50 armas com peças intercambiáveis e inúmeros veículos, dentre caças, helicópteros, tanques e anfíbios, Dragon Rising possui um grau de realismo alto, com atenção para o comportamento balístico dos projéteis e reações físicas das explosões e dos disparos das armas.

Os gráficos são ricos, com vegetação dinâmica e modo de multiplayer estável. Para os criativos, existe um editor de mapas que pode servir para estender ainda mais a vida útil de tanta guerra e tiroteios.


História


 O jogo se passa em uma ilha localizada na costa leste da Russia, ao norte do Japão, Operation Flashpoint 2: Dragon Rising's ocorre durante um momento de tensão entre Rússia e China que disputam a ilha, o  jogo começa no momento em que as forças chinesas lançam uma ofensiva, ai vem a referencia ao titulo do jogo, os jogadores se encontraram em uma situação que irá ocorrer sobre essa situação.

 A campanha ocorrerá em uma ilha chamada Skira que tera em torno de 220km², as bases russas situadas na ilha foram recriadas a partir de imagens de satélite. Clique aqui e saiba mais sobre a ilha.

 Nesta ilha, há cinco ou dez anos futuros, descobriu-se que havia uma grande quantidade de oléo e de gás natural. Algumas nações pensam que há mais petroléo nesta ilha do que em todo Oriente Médio. Assim há muito interesse internacional - o BP expulsou os russos da ilha há alguns anos atrás, e há diversas outras companhias que trabalham lá. No começo do jogo há uma companhia suportada por nós que opera neste solo russo, há tambem um pequeno contigente de fuzileiros navais lá para proteger seus interesses.

 O que complica é que este território a centenas de anos atrás era ocupado pelos chinêses, depois foi ocupado pelos japonêses, antes e até o fim da Segunda Guerra Mundial depois o território passou a ser controlado pelos russos. E na opinião da Codemasters, há um valor estado-real nesse jogo, pois é uma situação atual que pode ocorrer de uma hora pra outra.

  Em sua visão, uma força tarefa da marinha é enviada lá para proteger os interesses dos E.U.A de uma incursão chinêsa no local, mas então os russos pedem auxílio. É exatamente neste momentos que você estará entrando no jogo, passando pela visão de vários soldados no campo de batalha - estando a pé com fuzis a postos, pilotando helicóteros e até mesmo dirigindo firmemento um blindado em meio á minas e armadilhas.


Dragon Rising é uma retomada de fôlego para o estilo tático nos jogos de tiro em primeira pessoa.


Operation Flashpoint: Cold war Crisis foi um shooter lançado em 2001 bem reconhecido pelo seu cuidado com o realismo e combates em ilhas gigantes, onde ocorre uma guerra entre as forças ocidentais da OTAN, a URSS e um terceiro grupo chamado Resistance. De grande valor de replay, Operation Flashpoint possui editor de mapas sólido e vários mods feitos pela comunidade de fãs, tornando-o atual apesar de já possuir mais de 6 anos de existência.

Com a seqüência atrasada há tempos, os fãs da série tiveram suas expectativas supridas por outro nome do mesmo porte, desenvolvido pela mesma empresa de Cold War Crisis, a Bohemia Interactive Studio. Denominado ArmA, esta série nova concedeu o mesmo cuidado com o comportamento das armas e munição, além de inteligência artifical elaborada e uma engine madura, capaz de gráficos propícios para combates em ambientes amplos — leia-se, draw distance profundo.


Conflitos entre empresas resultam em mais jogos no mercado

Listando-se rapidamente os fatos. Operation Flashpoint Cold War Crisis foi desenvolvido pela Bohemia Interactive e distribuído pela Codemasters em 2001. A Bohemia Interactive entrou em desacordos com a Codemasters e lançou em 2006 ArmA, um jogo ótimo da mesma categoria de Cold War Crisis. Em 2007, após anos de espera a Codemasters — dona dos direitos sobre o título — usará tecnologia própria para desenvolver Flashpoint 2. Eis aqui um resumo do futuro desta franquia de tiro em primeira pessoa.

Usando a mesma tecnologia de Colin Mcrae: Dirt — a Neon Engine, a Codemasters mudará tanto a história porém manterá o realismo que deu fama à série. Dúvidas e expectativas pairam sobre isso, já que a empresa não tem tradição em jogos de tiro em primeira pessoa táticos e realistas. Mesmo assim, foi apresentado à imprensa na convenção ocorrida recentemente na Alemanha — Game Convention 2007 —  um vídeo com tecnologia in-game apresentando a movimentação de alguns soldados e o aparecimento de tanque seguido de uma explosão. A história mudou: em vez dos conflitos em 1985, época de Guerra Fria, entra em cena a disputa de Rússia e China por um arquipélago acima da costa do Japão onde foram descobertas reservas de combustíveis fósseis. Neste meio, o jogador faz parte de um esquadrão enviado pelos Estados Unidos para, em tese, ajudar na resolução do impasse.


Dragão Chinês mostra sua fúria

Na apresentação do jogo, ilustra-se uma ofensiva vigorosa feita pela China nas ilhas, representando o motivo da escolha do título que pode ser traduzido como "Ascenção do Dragão". Tal como em Cold War Crisis, há variação de foco na  história e o controle de diferentes personagens, com o pré-requisito de que missões sejam completadas com êxito antes de se passar para outros soldados.

Tanto as armas e veículos apontam serem verdadeiras réplicas de suas contrapartes reais. Cada uma delas deve apresentar recuo, precisão e dano condizente com suas especificações técnicas, assim como os veículos responderão à disposição do relevo de maneira convincente, com uma física adequada. Já as mais de 50 armas disponíveis podem ser melhoradas com silenciadores, miras telescópicas de precisão, miras laseres e lançadores de granadas. Para aumentar o número de estratégias e ajudar no deslocamento, Dragon Rising têm vários veículos, incluindo modelos terrestres e aéreos. Por exemplo, um carro anfíbio capacitado tanto para operações na água quanto na terra, o veículo de assalto LAV 25 e o jipe de guerra Humvee além de helicópteros equipados com metralhadoras.


Indícios de um jogo completo, bem acabado

Graficamente, o trailer aponta que Dragon Rising é um forte candidato a se tornar um shooter duradouro. As folhagens e os efeitos das explosões remetem diretamente a Crysis (título a ser lançado). O comportamento dos inimigos é convincente e dotado de inteligência artificial coerente e imprevisível, que se adapta dinamicamente às estratégias empregadas. O multiplayer conta com missões tanto deathmatch quanto cooperativas, além de haver um editor de mapas suficiente para estender ainda mais as horas de diversão.

Previsto para 2009 para PC, Xbox 360 e PS3, Dragon Rising é um balanço ideal para quem está um pouco cansado de jogos de ação sem realismo e não está muito otimista quanto a esse atributo em títulos a serem lançados, como Crysis e Unreal Tournament 3.


Realismo bélico num confronto imaginário entre EUA e China em meio ao pacífico.


Quem conhece o jogo Operation Flashpoint, lançado em junho de 2001, sabe que para a época, o título era o mais realista possível. Distribuído pela Codemasters e produzido pela Bohemia Interactive Studio, o sucesso do título garantiu duas expansões: Red Hammer — que oferecia uma campanha da ótica soviética — e Resistance, que além de aperfeiçoar gráficos e efeitos sonoros, trazia ainda novas opções. O novo jogo da série (que está em desenvolvimento pela Codemasters, mesma companhia que há mais de 7 anos distribuiu o primeiro título) apresentará uma nova guerra, entre China e EUA, numa ilha fantasiosa localizada no Pacífico. Mas nada disso é grande novidade, em se tratando de fãs da série que costumam se manter por dentro do assunto.

Operation Flashpoint 2: Dragon Rising, apresentará 70 armas diferentes, além de mais de 50 veículos em uma ilha com mais de 130 milhas quadradas, cerca de 210 quilômetros quadrados.


Multiplayer exemplar

Se tais números já são impressionantes o suficiente por conta, existem alguns ainda mais emocionantes: além do modo multiplayer permitir até oito jogadores em modo cooperativo e oferecer até 32 jogadores online no modo competitivo, existe a opção de habilitar personagens não-jogáveis em seu time, aumentando o número de soldados. No total, será possível jogar partidas online com até 256 combatentes, entre jogadores reais e personagens não-jogáveis. O que resta é saber se o jogo terá consistência suficiente para suportar tantos guerreiros simultâneos.


Um negócio da China

No novo jogo da série, o exército norte-americano entra numa disputa bastante incomum. Uma ilha chamada Skira, no Oceano Pacífico, está sendo disputada pela China, Rússia e Japão, e seu pelotão entra para auxiliar a Rússia, tendo como missão repelir o exército chinês. Tanto por propósitos visuais como táticos, o jogo terá uma variação de terrenos muito maior que seu antecessor. Nos cerca de 210 quilômetros quadrados da ilha existem praias, pequenas cidades, florestas densas e até mesmo vulcões.


Realismo desesperador

Como já ficou claro, Operation Flashpoint 2 promete fazer um estardalhaço ao ser lançado. Mas o que mais irá chamar atenção em todo o jogo é o realismo durante os combates. Um só tiro no braço pode ser o suficiente para matar seu personagem, ao invés de ser perfurado continuamente antes de morrer, como é muito comum na maioria dos jogos de tiro em primeira pessoa. Se você leva um tiro na mão por exemplo, fica impossibilitado de atirar até que um médico o cure, enquanto uma bala na perna fará você mancar até ser tratado. Qualquer que seja o local do tiro, os riscos de morrer sem tratamento rápido são sempre grandes.

Um jogo nesse estilo pode parecer interessante por um lado e preocupador por outro, já que o nível de dificuldade deve ser muito bem medido para não haver decepção por parte dos jogadores que raramente conseguirão dar mais de dois passos e manter-se vivos. Entretanto, a Codemasters pensou nisso, e afirma que a verdadeira solução deste problema é que a inteligência artificial dos seus companheiros é muito alta, fazendo com que eles sejam capazes de tomar conta de si mesmos ainda que o jogador os leve para um campo de fogo cruzado.

Outro aspecto que impressiona no realismo do jogo é o nível de detalhamento trabalhado pela Codemasters, que será essencial para um bom desempenho do jogador durante a campanha. Entre outros exemplos, está a possibilidade do jogador prever o trajeto do helicóptero acompanhando o rotor do veículo, ou ainda reconhecer qual soldado de uma equipe inimiga controla o rádio, para assassiná-lo de longe, cortando a comunicação da equipe com o resto de seus parceiros de combate.

O título ainda não possui data de lançamento prevista, mas deve chegar aos consoles Xbox 360 e PlayStation 3, bem como aos PCs de todo o mundo ainda em 2008.


Imagens


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/7c/Operation_Flashpoint_2.jpg



Vídeos













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