ArmA 2
| Logotipo |
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| Caracteristicas
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Título:
ArmA 2
Lançamento:
19 de junho de 2009
Plataforma:
PC DVD-ROM / E consoles de nova geração
Lançamento:
Desenvolvimento:
Bohemia
Interactive
Genero:
Simulador Tático de Combate
Site
Oficial: www.arma2.com
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| Distribuição
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| Requesitos
Minimos |
- CPU:
Dual Core Intel Pentium 4 3.0 GHz / Intel Core 2.0 GHz / AMD Athlon
3200+ ou superior
- Mem.
RAM: 1
GB
- Placa
de
Vídeo: NVIDIA GeForce 7800 / ATI Radeon
1800 com Shader Model 3 e 256 MB VRAM ou superior
- SO: Windows
XP ou Vista
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| Requesitos
Recomendados |
- CPU: Intel
Core 2.8 GHz / AMD Athlon 64 X2 4400+ ou superior
- Mem.
RAM:
2 GB
- Placa
de
Vídeo: NVIDIA GeForce 8800GT / ATI Radeon 4850
com Shader Model e 512 MB VRAM ou superior
- SO:
Windows XP ou Vista
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| Artigos Especiais (Em
inglês) |
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|
Sobre
o ArmA2
Bem antes de jogos como os da série "Battlefield",
a equipe da Bohemia Interactiva já dava aos jogadores uma
boa idéia do caos da guerra em cenários imensos e
a possibilidade de pilotar veículos de combate, com o
clássico "Operation Flashpoint: Cold War Crisis", em 2001.
Ao contrário de seus concorrentes voltados para a
ação dinâmica e direta, a Bohemia
privilegiou o realismo e o pensamento tático, mesmo ao longo
de vários outros produtos, como conversões e
pacotes de expansão, o que agradou aqueles
fanáticos por simuladores.
Depois de um desentendimento entre a empresa e a Codemasters,
que distribuiu os "Operation Flashpoint" e se tornou dona da marca, a
Bohemia resolveu atacar com um jogo inédito chamado "ArmA:
Armed Assault", que foi considerado pelos fãs como um
sucessor espiritual do clássico de 2001, mantendo boa parte
das características da antiga franquia. Pena que, com menos
recursos graças à produção
independente, o jogo não tenha contado com grande
orçamento, o que levou a um lançamento obscuro e
sem muito estardalhaço.
Com o anúncio de "Operation Flashpoint 2: Dragon
Rising", criado por outra produtora à pedido da Codemasters,
a Bohemia resolveu apostar novamente em seu produto para bater de
frente com sua antiga série, dando vida a "Arma 2: Armed
Assault".
A grande diferença neste jogo é seu
novo estilo de campanha, que imita a série "Call of Duty",
dando objetivos mais precisos e variados aos jogadores para evitar que
corram soltos sem destino por vários quilômetros
quadrados. Com isto somos apresentados a um conflito entre soldados de
uma ex-república soviética fictícia,
uma equipe da OTAN e uma força de resistência
local apoiada por outros governos.
Mesmo com missões mais centradas, a Bohemia ainda
faz questão de dar liberdade ao jogador, com um mapa
tão grande que contém mais de 300
quilômetros de estradas (com mais de 2 mil placas de
sinalização) e cerca de 150 modelos diferentes de
veículos, entre tanques, barcos, aeronaves e motocicletas,
cada qual com cerca de 40 tipos de efeitos sonoros distintos. Tudo isto
para garantir um amplo espaço e realismo - que,
aliás, muda a forma até mesmo a forma como se
recupera a energia em combate, sob a forma de curativos - para
traçar estratégias de combate, com a captura de
pontos de abastecimento e de extração.
Simulação Aumentada
Após ter tido um razoável sucesso com
Armed Assault a Bohemia lança a sequência do jogo
que já havia sido devidamente noticiado alguns tempos
atrás.
O jogo conta agora com uma série de novidades que
vão definitivamente aparar as pontas do jogo que faltavam
pra ele realmente se tornar um simulador militar.
Bem antes de jogos como os da série "Battlefield", a equipe
da Bohemia Interactiva já dava aos jogadores uma boa
idéia do caos da guerra em cenários imensos e a
possibilidade de pilotar veículos de combate, com o
clássico "Operation Flashpoint: Cold War Crisis", em 2001.
Ao contrário de seus concorrentes voltados para a
ação dinâmica e direta, a Bohemia
privilegiou o realismo e o pensamento tático, mesmo ao longo
de vários outros produtos, como conversões e
pacotes de expansão, o que agradou aqueles
fanáticos por simuladores.
Depois de um desentendimento entre a empresa e a Codemasters, que
distribuiu os "Operation Flashpoint" e se tornou dona da marca, a
Bohemia resolveu atacar com um jogo inédito chamado "ArmA:
Armed Assault", que foi considerado pelos fãs como um
sucessor espiritual do clássico de 2001, mantendo boa parte
das características da antiga franquia. Pena que, com menos
recursos graças à produção
independente, o jogo não tenha contado com grande
orçamento, o que levou a um lançamento obscuro e
sem muito estardalhaço.
Com o anúncio de "Operation Flashpoint 2: Dragon Rising",
criado por outra produtora à pedido da Codemasters, a
Bohemia resolveu apostar novamente em seu produto para bater de frente
com sua antiga série, dando vida a "Arma 2: Armed Assault".
A grande diferença neste jogo é seu novo estilo
de campanha, que imita a série "Call of Duty", dando
objetivos mais precisos e variados aos jogadores para evitar que corram
soltos sem destino por vários quilômetros
quadrados. Com isto somos apresentados a um conflito entre soldados de
uma ex-república soviética fictícia,
uma equipe da OTAN e uma força de resistência
local apoiada por outros governos.
Mesmo com missões mais centradas, a Bohemia ainda faz
questão de dar liberdade ao jogador, com um mapa
tão grande que contém mais de 300
quilômetros de estradas (com mais de 2 mil placas de
sinalização) e cerca de 150 modelos diferentes de
veículos, entre tanques, barcos, aeronaves e motocicletas,
cada qual com cerca de 40 tipos de efeitos sonoros distintos. Tudo isto
para garantir um amplo espaço e realismo - que,
aliás, muda a forma até mesmo a forma como se
recupera a energia em combate, sob a forma de curativos - para
traçar estratégias de combate, com a captura de
pontos de abastecimento e de extração.
O jogo foi muito melhorado em relação
ao seu antecessor, o mapa do jogo tem 225km² e conta com uma
maior interação com o cenário,
tornando o mundo e o jogo muito mais dinâmicos. O terreno
é muito semelhante ao da república Checa, a
autenticidade é tanta que os produtores afirmaram que muitos
Checos poderão sentir uma certa familiaridade ao andar pelo
cenário, que é muito mais realístico e
também vivo.
O jogo agora inclui fauna doméstica dentro do
jogo, então é provável que durante o
jogo você seja distraído por javalis ou cervos,
não só isso como a presença de civis
foi aumentada. O jogador irá controlar um grupo de 5 homens
da força especial dos Marines norte-americanos, denominado
de Team-Razor.
Marek, que faz parte da produção do
jogo, revelou uma certa frustração de que o jogo
era muito mais sobre RPG (Rocket Propelled Grenade ou bazuca, como
queiram) do que RPG (Role Playing Game). No entanto isso mudou um
pouco, agora você pode interagir com a
população local dentro do jogo, uma
situação descrita envolvia os jogadores que
deveriam persuadir uma senhora de idade muito suspeita, para que ela
abandonasse a sua casa antes que começasse uma chuva de
bombas guiadas a laser. Se sua equipe perder o soldado que fala a
linguagem dos locais então conversas como essas
serão difíceis senão,
impossíveis.
Mas a interação não
pára por aí, agora você
poderá carregar os companheiros que foram alvejados e
arrastá-los pelo mapa enquanto balas cruzam ao seu lado,
para trás de cobertura para que estes recebam o tratamento
apropriado em local seguro. O mesmo poderá ser realizado
pela IA do jogo.
Agora mudando o foco para a inteligência artificial
do jogo, os inimigos estão mais espertos, eles
vão se esconder atrás das casas e usar fogo de
supressão em você para que os seus aliados
avançarem. Os tiros que passarem próximo do
jogador irão afetar a sua precisão com as armas
(mais medo = mais a arma balança), aumentando a
duração dos tiroteios.
História
ArmA 2 se passa em um futuro
próximo, ano 2009, em um país
soviético chamado Chernarus (nome ficticio). Os jogadores
serão membros do esquadrão americano Marine
Corpse Force Recon e são enviados à Chernarus
para assegurar a estabilidade do local e impedir o caos.
Nesta versão você estará
acompanhado de um esquadrão com 5 membros, que
poderão ser utilizados a qualquer momento pelo jogador. No
primeiro título da franquia você encontrava-se
perambulando pelas ruas sem qualquer preocupação.
Já nesta versão, os desenvolvedores incrementaram
a capacidade da inteligência artificial. Você
terá que preocupar-se com cobertura e estar preparado para o
combate a qualquer momento.
Canpanha
A campanha Harvest Red, situa-se num pais fictício
pós-soviético designado por Chernassus (Black
Russia ou Russia Negra), o país encontra-se em instabilidade
política, com um governo democrático ocidental
apoiado pelas forças pró comunistas.
Após vários meses de guerra civil, as
forças comunistas falharam na tentativa de derrubar o actual
governo e criar a Républica Socialista de Chernarus. No
entanto as restantes forças pediram ajuda aos Estados Unidos
da América, como resposta estes enviaram fuzileiros e um
corpo expedicionário, para embarcar na costa de Chernarus.
A campanha começa com os U.S. Marine Corps Force
Recon, em terras de Chernarus a tentar abafar a guerra civil.
Armas
O jogo trará uma nova leva de equipamento militar,
as forças da USMC utilizarão a versatilidade dos
AAV (Veículos Anfíbios de Assalto) para se
locomover. O exército estadunidense também
poderão utilizar as aeronaves C-130J Super Hercules e o novo
jato F-35 Joint Strike Fighter.
Os russos poderão se utilizar dos modernos tanques
T-90, os BMP-3 (menos protegidos, mas com capacidade
anfíbia), o APC BTR-90 e Tonguska-M1 (com baterias
anti-aéreas). E uma das estrelas do jogo Operation
Flaspoint, o Mil Mi-24 Hind, também está presente
no arsenal dos russos.
Modos de Jogo
ArmA 2 foca-se em apenas dois modos de jogo sendo que em um deles
você deve ganhar o controle do mapa, no caso uma ilha, onde
as equipes brigam pela expansão dos seus limites, a cada
vitória você recebe prêmios em dinheiro
e créditos. Cada equipe seleciona um comandante capaz de
utilizar o dinheiro e os créditos para comprar novos
veículos e construir novas fábricas.
O outro modo de jogo é baseado em campanhas e
você pode cooperar com outros jogadores contra o computador.
Os desenvolvedores da Bohemia Interactive pretendem transportar o maior
número possível dos objetivos ou
missões disponíveis no modo singleplayer para o
modo multiplayer.
O jogo é baseado em tecnologia de
última geração, oferecendo no jogo um
grande variedade de veiculos, armas, unidades bem detalhados, com
opção para jogos em single e multiplayer.
Features
- Sistema integrado de comunicação:
Fale com todos no servidor, só com o seu time, ,somente
entre os lideres de esqudrão,com seu esquadrão,
com quem está no mesmo veículo que você
ou use fale diretamente, criando um efeito 3D onde outros sons e
obstáculos interferem na sua voz, como se você
estivesse lá. Tudo isso com lip synch, com a boca do boneco
se mexendo.
- Inteligência Artificial muito mais
avançada que nos jogos anteriores. Navegam em centrimetros
(não mais em metros), usam sinais de mão, aplicam
e reagem a fogo de supressão, se movimentam de forma
tática quando necessário, procuram cobertura, se
dividem em grupos e muitas outras coisas.
- Sistemas integrados de artilharia, transporte, MEDVAC,
UAVs, suporte, entre outros.
- Mapa principal com 255km², baseado em fotos de
satelite e dados de topografia de lugares reais, com quase 900.000
objetos de vegetação (arvores, arbustos...).
- Mais de 150 veículos e armas.
- Simulação de Dia\Noite em tempo real,
com clima dinâmico, neblina, chuva, tempestades e
até arcoiris.
- Cerca de 325km de estradas.
- Aproximadamente 50 cidades habitadas por civis e animais.
- Suporte nativo ao Track-IR\FreeTrack.
- Efeitos especias como Bloom, Blur, HDR (e faz
diferença tática),
simulação realista de oculos de visão
noturna e sistemas FLIR.
Imagens
Vídeos
Fontes: