Operation Flashpoint
Cold
War Crisis & Resistance
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| Caracteristicas
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Título:
Operation Flashpoint: Cold War Crisis
Lançamento:
30 de agosto de 2001
Plataforma:
PC CD-ROM e XboX
Desenvolvimento:
Bohemia
Interactive
Genero:
Simulador Tático de Combate
Site
Oficial: www.flashpoint1985.com
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| Distribuição
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Minimos |
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Processador:
Pentium II 400 MHz ou Athlon
Velocidade
do processador: 400 MHz
Memória
RAM: 64 MB
Memória
de vídeo: 16 MB
Espaço: 450 MB livres em
disco
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| Artigos
Recomendados |
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Sobre o Operation Flashpoint
Oferecendo libertade de ação em ambientes
tridimensionais e personagens que reagem de forma humana, a
desenvolvedora, publicadora e distribuidora de jogos Electronic Arts
(EA) apresenta Operation Flashpoint: Cold War Crisis, um dos principais
títulos para PCs desenvolvidos pela Codemasters. O simulador
permite que o usuário escolha entre visão em
primeira e terceira pessoa, assumindo missões de combate de
uma guerra real.
A total liberdade de ação dentro do campo de
batalha, ambientes em terceira dimensão e a
avançada inteligência artificial dos soldados, que
se movem e reagem como se fossem humanos, fazem com que a jogador se
sinta de verdade em um campo de batalha.
Há três opções de
personagens e maneiras de jogar: o Mercenário, um experiente
soldado de aluguel ou recruta com a função de
espionar; o Soldado Carreira, um soldado que pode se tornar coronel por
meio de seu desempenho, salvando o mundo da Terceira Guerra Mundial; e
o Membro da Inteligência, que pode criar suas
próprias missões, cenários,
estratégias de ação e distribuir suas
táticas pela Internet. O jogador pode pilotar mais de trinta
veículos de guerra, entre tanques, helicópteros e
jatos potentes como o Thunderbolt.
História
A história acontece em 1985
durante a guerra fria entre Estados Unidos e a extinta União
Soviética, em um grupo de três ilhas - Kolgujev,
Malden e Everon. A União Soviética
está em crise após Mikhail Gorbachev ser nomeado
como secretário-geral do Partido Comunista. Nem todos
estão dispostos a aceitar a sua liderança,
incluindo o General Ivan Vasilii Guba, líder de um
exército bem equipado com base em Kolgujev. Guba inicia
então diversos ataques na ilha de Everon, uma
república independente, que tem como aliado as
forças da OTAN. A base da OTAN em Malden é
alertada do ataque e o enredo avança a partir daí.
O jogador começa no papel do soldado David Armstrong, que
inicia sua carreira militar em Malden e sob a supervisão do
seu comandante, o Sargento Arnold Berghoff. Conforme o andamento das
missões, dependendo do desempenho do jogador, Armstrong
é promovido e pode comandar um esquadrão de sua
autoria.
Existem outros personagens que o jogador controla em vários
pontos através da história:
- Robert Hammer,
um noviço
tripulante de blindado.
- Sam Nichols, um piloto de
helicóptero.
- James Gastovski, um sargento reformado
das Forças Especiais que se vê persuadido a entrar
neste conflito para resolver problemas do passado...
A campanha de Cold War Crisis inclui um total de 41 missões.
Operation Flashpoint Resistance
(Expansão)
Operation Flashpoint Resistance é o pacote de
expansão oficial de
Operation Flashpoint Cold War Crisis, o jogo que coloca você
na guerra.
Além de introduzir melhorias na parte técnica,
gráfica e de conteúdo ,
esse pacote de expansão apresenta uma nova campanha na forma
de um
capítulo anterior, situado num cenário sete anos
antes da Crise da
Guerra Fria do jogo original.
O jogador assume o papel de Victor
Troska, um condecorado ex-soldado das Forças Especiais que,
querendo
esquecer seu passado militar passou a viver uma calma vida civil,
até
que forças Soviéticas invadiram a ilha onde
morava, Nogova. Jogar como
um soldado da resistência é uma
experiência única, na medida em que o
jogador terá que procurar e recolher armas e equipamentos.
O objetivo
principal do jogo será desenvolver forças
através da conquista de novos
recrutas e acúmulo de equipamentos, para construir um
poderoso exército
capaz de destruir os Soviéticos.
Características:
* 20 novas missões. Novas missões single e
multi-player.
* Resistance alcança novos níveis de realismo com
uma completa campanha situada em uma ilha totalmente nova com 100
Km².
* Gráficos incrivelmente melhorados e detalhados.
* Novas armas e veículos.
* Novos elementos de jogabilidade. Recolha e roube armamentos
dos inimigos para desenvolver constantemente a força da
Resistência sob
seu comando.
* Modo multi-player bastante aprimorado, tanto na funcionalidade como
na performance.
Operation Flashpoint Gold Edition
(Edição Especial)
Contém o jogo original, Operation Flashpoint Cold War
Crisis, e um
pacote de atualização com os complementos 1, 2 e
3. O jogo traz ainda
uma nova campanha, Red Hammer, com mais de 20 missões em que
o jogador
luta com Dmitri Lukin, ex-técnico da Spetsnaz, em uma
história
relacionada ao Cold War Crisis.
É possível comandar até 12
unidades em
missões perigosas utilizando infantaria completa, blindagem
móvel e
aeronaves. Esta expansão também apresenta como
novidade dez veículos,
três armas, quatro missões monousuário
e 12 missões multijogador.
Além do manual do jogo em português,
Operation Flashpoint Gold Edition
vem com um guia oficial em inglês, chamado Operation
Flashpoint Prima
Strategy Guide, que proporciona ao jogador o treinamento
necessário
para obter sucesso nas missões.
Review Especial
Autor: Aspirante a oficial Felipe Menezes -
Outer
Space
Se você não passa de um kiwi (lê-se
fruta cabeluda), que fez de tudo
para fugir do serviço militar obrigatório -
arrumou aquela peixada com
um tenente chegado, papai foi conversar com o comandante do quartel ou
se esforçou no exame físico para se tornar um
inapto - chegou a sua
hora de sentir o gostinho de como é ser um homem de verdade.
Operation Flashpoint vai te trazer para dentro do computador,
te colocar uma farda camuflada e te dar um rifle, para que participe
dos combates mais reais de sua vida sedentária.
Dê ordens até à sua
mãe
Como você já deve ter percebido, Operation
Flashpoint trata do
tema de guerra, na eterna batalha entre as forças russas e
norte
americanas, onde diversos grupos rebeldes se envolvem. Mas a
história
não é o mais importante aqui, e sim o clima que
ele proporciona.
E esse é uma das duas características que merecem
muito
destaque no jogo, além sensação de
realismo. Pude sentir como se
estivesse realmente em uma guerra. Não existem mapas
arrojados que
entregam toda a movimentação inimiga ou
equipamentos que, de alguma
forma, o coloca em vantagem sobre os adversários.
Você é simplesmente
mais um que está no campo de batalha, e tem que agir com
todo cuidado
possível para não ser morto. Por diversas vezes
fui atingido sem
entender direito quem me acertou, e confesso que cheguei a ficar
nervoso em determinadas situações, mas no final
percebia que o jogo
pedia uma maior atenção minha, e a
elaboração de uma tática de combate
mais arrojada.
Na parte tática, OFP dá um banho nos jogos
similares, como
SWAT 3 e Rainbow Six. A lista de comandos é uma coisa
absurda, você
pode dar o tipo de ordem que quiser, até mandar os aliados
subirem em
uma determinada viatura e escolher se é no banco de
trás, no volante ou
no banco do passageiro. Uma coisa de louco a infinidade de
opções.
Outro exemplo é que você pode ordenar que um
soldado largue sua arma de
curto alcance, pegue uma de longo (de um inimigo morto) e ataque com a
munição X o inimigo Y. Dá pra crer?
Praticamente, você dá a ordem que
quiser e em quem quiser (desde que seja subordinado, claro).
Os jogadores-enganadores não têm vez em Operation
Flashpoint.
Aqueles que gostam de ser um Rambo, saindo correndo pelo campo de
batalha sozinho atirando para tudo quanto é lado, com o
intuito de
aniquilar o exército adversário inteiro,
vão se dar muito mal.
Primeiro, porque correr e atirar em um determinado alvo é
uma ação bem
difícil, visto que a mira do combatente quando este
está em movimento
balança demais. E se a arma for muito pesada, nem parado em
pé você vai
conseguir atirar, só mesmo ajoelhado ou deitado, utilizando
um tripé
como apoio para os disparos. Segundo, que em pé
você é um alvo muito
fácil para os olhos atentos dos inimigos, e não
é preciso um atirador
de elite para lhe derrubar: qualquer soldado mais treinado e armado com
um rifle pode acertar um tiro em sua cabeça em
questão de segundos.
Podemos ver, então, que a dificuldade de Operation
Flashpoint é a prova
de quem gosta de passar a perna e se achar o herói. Alguns
conceitos
básicos de guerra são muito bem
aplicáveis no jogo. Por exemplo,
passear livremente por um campo, projetando sua silhueta no horizonte,
de duas uma: ou entrega a sua posição e de seu
agrupamento ou é morte
na certa.
Jogue no exército, marinha e aeronáutica
A jogabilidade de OFP é, talvez, a mais variada
já vista em um
jogo de ação. Você pode pegar e usar
qualquer uma das diversas armas e
equipamentos que se encontram jogados pelos cenários
(inclusive
metralhadoras fixas) e existem carros, jipes, tanques,
helicópteros e
aviões de vários modelos para se pilotar, sendo
que, na maioria destes
veículos, você pode assumir a
posição de motorista, artilheiro ou
simplesmente de carona. Cada arma ou veículo tem suas
características
próprias e o seu uso em determinada
situação.
E, agregando valor a jogabilidade, temos uma curva de
aprendizado perfeita em Operation Flashpoint. Você
começa o jogo como
um simples soldado de infantaria, que deve seguir ordens à
risca.
Evoluindo, passa a ser sargento, e pode seguir algumas ordens, dar
outras e escolher por conta própria um caminho alternativo a
ser
seguido, desde que cumpra os objetivos finais. Mais para frente, vira
um tenente, e aqui tudo muda, pois você recebe uma tropa para
comandar,
e dar ordens no meio do combate é bem complicado. Nesse
ponto, fica
disponível a visão superior do terreno, que quase
transforma o jogo
para o gênero de estratégia. Assim, basta clicar
nos seus subordinados,
coloca-los em uma formação e ordenar que executem
diversas ações.
Paralelamente a isso tudo, você comandará um
soldado das
forças especiais, especialista em silenciosos ataques
noturnos e também
um de cavalaria, que começa pilotando caminhões
de transporte até
chegar nos gigantescos tanques blindados, onde vira um oficial
comandante de todo um regimento de tanques. Uma coisa de louco. E
outras evoluções similares acontecem mais tarde,
com veículos aéreos.
Contatos leves com veículos aquáticos
também ocorrem.
Em cada evolução e posto, um pequeno tutorial
é exibido
ensinando a lidar com as novidades e o jogo vai ficando mais
difícil e
mais difícil. Dá vontade de não parar
de jogar nunca.
E o que podemos falar das missões do jogo? São
soberbas. A
enorme variedade de objetivos faz com quem Operation Flashpoint seja
muito divertido, mesmo sendo grande e difícil. As
missões variam entre
atacar uma base inimiga, infiltrar-se para coletar dados, observar a
movimentação adversária, roubar
veículos, fugir de um campo, comandar
soldados em um ataque, proteger um comboio com mantimentos, assaltar um
comboio de munição, tomar uma cidade, estabelecer
um perímetro de
segurança, liderar um ataque de blindados, dar cobertura
aérea a um
ataque terrestre, destruir embarcações alheias, e
por aí vai.
Na parte sonora, o jogo fica na média. As músicas
não valem a
pena estarem habilitadas, já os sons são bem
variados mas não muito
reais e com uma qualidade que poderia ser melhorada. Em todo caso, eles
não comprometem.
Muitas qualidades, mas alguns defeitos
Mas, se você está achando que tudo são
flores em Operation
Flashpoint, está enganado. Infelizmente, o jogo sofre de
dois problemas
principais, que não são críticos, mas
pesaram na avaliação final: a
inteligência artificial e visual.
Esta primeira é bem instável e tem algumas
falhas. Em
determinados momentos, você fica surpreendido com a postura
dos seus
companheiros de guerra, que atacam utilizando as armas certas nas horas
certas, e dos inimigos, que ficam em posição de
ataque a qualquer sinal
de perigo. Em outros, você passa na frente de um inimigo e
ele não te
vê, seus companheiros não reagem quando atacados,
e outras coisas do
além ocorrem. A instalação do patch
ajudou muito o jogo a ficar mais
estável, mas vários outros pequenos problemas
ainda persistem.
Problemas com clipping (atravessar paredes) acontecem com
alguma freqüência, principalmente na hora de
atropelar um inimigo com
um veículo terrestre.
Já na parte visual, Operation Flashpoint fica bem
aquém de
muitos jogos da atualidade. A maioria das texturas é ruim, a
movimentação dos soldados chega a ser grosseira
em determinados
momentos, os efeitos de luz e fumaça são bem
ultrapassados e não existe
muito detalhe nos cenários. Basicamente, são
ambientes abertos com
poucas construções e muita
vegetação.
Entretanto, esse visual simplificado não é um
fator muito
negativo, pois me parece que a Codemasters optou por diminuir a
qualidade visual do jogo para fazer com que ele possa ter muitos
personagens e veículos se movimentando simultaneamente em
cenários
gigantescos, sem exigir muito de seu computador.
O Veredicto: Sem sombra de dúvidas, Operation Flashpoint
é a
melhor simulação de guerra já feita.
Ele faz com que você entre
totalmente no clima militar, tanto como comandante como subordinado,
nas mais variadas armas e serviços reais, como infantaria,
cavalaria,
artilharia, intendência, material bélico e
saúde, tanto do exército,
quanto da marinha e da aeronáutica. Operation Flashpoint
merece uma
continência. Montanha, combatente!
Prós:
* Clima e sensação de realismo jamais vistos no
gênero;
* Cenários tão vastos que você chega a
se perder;
* Jogabilidade muito diversificada, o que acaba com o fator
frustração;
* Curva de aprendizagem muito bem elaborada;
* Grande e difícil sem ser enjoativo;
* Modo multiplayer é um tesão;
Contras:
* Visual bem abaixo de muitos bons jogos da atualidade;
* Pode irritar os mais impacientes
Imagens
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